sábado, 19 de dezembro de 2009


Plymouth Fury 1958

Primeira postagem deixo reservado á esse clássico da época e do cinema, onde fez uma ponta no filme de king que se chamava "Christine: O carro assassino",
hoje muito valioso por colecionadores.

Um detalhe interessante do filme é esse:

Seus fãs não se conformam com os carros destruídos na filmagem. Modelos inferiores da linha também foram transformados em Christines para isso e ainda o são por aficionados, que também adoram listar erros e diferenças entre o livro e o filme. No primeiro, Christine tinha quatro portas, o que só seria possível no Fury 1959. O filme corrigiu o engano, mas não outro tão óbvio quanto: de 1956 a 1958 o Fury vinha apenas na combinação das cores creme e amarelo-ouro.

Um pedido especial seria a justificativa da trama. Embora o vermelho fosse mais apropriado para um carro chamado Fury, ele só estava disponível no menos equipado Belvedere. O livro ainda menciona transmissão Hydramatic (da GM) e até o câmbio que se move para drive, ignorando o fato de o Fury usar botões. Mas quem se incomoda tanto se King e a equipe do filme não foram tão fiéis à realidade? O importante é que eles ajudaram a criar na ficção um belo e temível mito, que dispara muita adrenalina nas veias dos fãs do carro. Como ocorria com as vítimas de Christine.


Fonte: Best Cars Web Site