segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

"De repente é 2007"



Hoje contamos a história desse incrível carro, o Plymouth Belvedere, em 1957 um desses carros de lançamento foi escolhido para ficar enterrado em uma cápsula á 50 anos, porque? Para comemorar 100 anos do Estado do Oklahoma em 2007, então ta, fizeram a cápsula no estado de Oklahoma, Tulsa, dentro do belvedere, colocaram objetos da época como, batom, recipiente de gasolina, porque queriam descobrir se hoje o combustível era o mesmo, conta na poupança que em 1957 contia US$ 100 que hoje vale pouco mais de US$ 1 mil e até multas, mas o mais interessante é que alêm destes objetos, a cápsula contia cartões postais de pessoas dando palpite de quantos habitantes teria Tulsa em 2007, a pessoa que deu o palpite mais próximo da população atual de Tulsa, estimada pelo censo em 382.457 habitantes, ou o descendente dela, vai receber o automóvel e a conta de poupança.
Mas infelizmente, ao desenterrar o belvedere da cápsula que foi projetada para agüentar uma bomba núclear, a decepção, o incrível concreto permitiu a infiltração de água na cápsula, e o lindo plymouth belvedere se tornou um grande ferrugem ambulante, que mesmo assim não tirou o entusiasmo das pessoas que acompanharam a retirada do carro ao vivo ou pela história.


O que aconteceu?

Pelo que eu li, o ganhador Raymond Humbertson, faleceu em 1979 mas suas irmãs herdeiras levaram o carro até uma lugar para a remoção segura da ferrugem e foi doado para a municipalidade de Tulsa, agora não sei onde, acho que um museu.

Veja fotos abaixo:
http://www.noticiasautomotivas.com.br/veja-mais-fotos-do-carro-que-ficou-enterrado-por-50-anos/

sábado, 19 de dezembro de 2009


Plymouth Fury 1958

Primeira postagem deixo reservado á esse clássico da época e do cinema, onde fez uma ponta no filme de king que se chamava "Christine: O carro assassino",
hoje muito valioso por colecionadores.

Um detalhe interessante do filme é esse:

Seus fãs não se conformam com os carros destruídos na filmagem. Modelos inferiores da linha também foram transformados em Christines para isso e ainda o são por aficionados, que também adoram listar erros e diferenças entre o livro e o filme. No primeiro, Christine tinha quatro portas, o que só seria possível no Fury 1959. O filme corrigiu o engano, mas não outro tão óbvio quanto: de 1956 a 1958 o Fury vinha apenas na combinação das cores creme e amarelo-ouro.

Um pedido especial seria a justificativa da trama. Embora o vermelho fosse mais apropriado para um carro chamado Fury, ele só estava disponível no menos equipado Belvedere. O livro ainda menciona transmissão Hydramatic (da GM) e até o câmbio que se move para drive, ignorando o fato de o Fury usar botões. Mas quem se incomoda tanto se King e a equipe do filme não foram tão fiéis à realidade? O importante é que eles ajudaram a criar na ficção um belo e temível mito, que dispara muita adrenalina nas veias dos fãs do carro. Como ocorria com as vítimas de Christine.


Fonte: Best Cars Web Site