sábado, 9 de janeiro de 2010

"Barbatanas de 50"


Dodge Coronet 1959 Este é uma reliquea de verdade, graças ao seu tamanho, motor 6 CL, cor e duas barbatanas enormes. Este carro é um cruzador de verdade, e além da pintura e calotas cromadas, é um marco da decada de 50, foi também usado como v
patrulhas policiais na américa.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

"Rei do Asfalto"


Esse é um Buick Electra 225 1959, a Buick fabricou um carro com a maior asa traseira da indústria dos automóveis, 4 polegadas mais longa que o Cadillac.O Buick Electra era considerado o rei das estradas e também das rus na década de 50, por sua imponência e seu desenho arrojado. O número 225, siginificava o comprimento total de uma ponta a outra do carro. O motor dianteiro era um V8 de 401.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

"Primeiro produzido aqui"


PERUA DKW da marca VEMAG, foi o primeiro carro á ser fabricado no BRASIL em novembro de 1957, com sua traseira quadrada parecendo um dado quadrangular, não tinha nada ver com sua frente arredondada herdado do modelo fabricado na alemanha, andava muito bem e surpreendia pelo seu desempenho e economia, tração dianteira, 40CV, o entanto, sua aceleração e sua velocidade máxima eram razoavelmente boas para a época, câmbio 4 marchas, câmbio tinha quatro marchas para a frente e a estabilidade era satisfatória. O consumo de gasolina não era levado em conta naqueles tempos de fartura de petróleo – era surpreendentemente baixo.

Leia mais no www.carroantigo.com

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

"De repente é 2007"



Hoje contamos a história desse incrível carro, o Plymouth Belvedere, em 1957 um desses carros de lançamento foi escolhido para ficar enterrado em uma cápsula á 50 anos, porque? Para comemorar 100 anos do Estado do Oklahoma em 2007, então ta, fizeram a cápsula no estado de Oklahoma, Tulsa, dentro do belvedere, colocaram objetos da época como, batom, recipiente de gasolina, porque queriam descobrir se hoje o combustível era o mesmo, conta na poupança que em 1957 contia US$ 100 que hoje vale pouco mais de US$ 1 mil e até multas, mas o mais interessante é que alêm destes objetos, a cápsula contia cartões postais de pessoas dando palpite de quantos habitantes teria Tulsa em 2007, a pessoa que deu o palpite mais próximo da população atual de Tulsa, estimada pelo censo em 382.457 habitantes, ou o descendente dela, vai receber o automóvel e a conta de poupança.
Mas infelizmente, ao desenterrar o belvedere da cápsula que foi projetada para agüentar uma bomba núclear, a decepção, o incrível concreto permitiu a infiltração de água na cápsula, e o lindo plymouth belvedere se tornou um grande ferrugem ambulante, que mesmo assim não tirou o entusiasmo das pessoas que acompanharam a retirada do carro ao vivo ou pela história.


O que aconteceu?

Pelo que eu li, o ganhador Raymond Humbertson, faleceu em 1979 mas suas irmãs herdeiras levaram o carro até uma lugar para a remoção segura da ferrugem e foi doado para a municipalidade de Tulsa, agora não sei onde, acho que um museu.

Veja fotos abaixo:
http://www.noticiasautomotivas.com.br/veja-mais-fotos-do-carro-que-ficou-enterrado-por-50-anos/

sábado, 19 de dezembro de 2009


Plymouth Fury 1958

Primeira postagem deixo reservado á esse clássico da época e do cinema, onde fez uma ponta no filme de king que se chamava "Christine: O carro assassino",
hoje muito valioso por colecionadores.

Um detalhe interessante do filme é esse:

Seus fãs não se conformam com os carros destruídos na filmagem. Modelos inferiores da linha também foram transformados em Christines para isso e ainda o são por aficionados, que também adoram listar erros e diferenças entre o livro e o filme. No primeiro, Christine tinha quatro portas, o que só seria possível no Fury 1959. O filme corrigiu o engano, mas não outro tão óbvio quanto: de 1956 a 1958 o Fury vinha apenas na combinação das cores creme e amarelo-ouro.

Um pedido especial seria a justificativa da trama. Embora o vermelho fosse mais apropriado para um carro chamado Fury, ele só estava disponível no menos equipado Belvedere. O livro ainda menciona transmissão Hydramatic (da GM) e até o câmbio que se move para drive, ignorando o fato de o Fury usar botões. Mas quem se incomoda tanto se King e a equipe do filme não foram tão fiéis à realidade? O importante é que eles ajudaram a criar na ficção um belo e temível mito, que dispara muita adrenalina nas veias dos fãs do carro. Como ocorria com as vítimas de Christine.


Fonte: Best Cars Web Site