sábado, 13 de fevereiro de 2010

"Concorrentes dos Plymouth's"


1959 viu a introdução do nome do Galaxie no lineup Ford modelo em meados do ano. Naquele ano, o Galaxie gama de seis modelos foram simplesmente versões de luxo da Ford longa Ford Fairlane com um teto revisado traseira que imitava o Thunderbird simultâneas. De acordo com a época, o Galaxie de 1959 era um cromo e aço inoxidável enfeitado, dois tons de cor do veículo. Era a própria imagem da tarde da década de 1950 o excesso de automóveis americanos, embora um pouco do que o seu domador e concorrentes Chevrolet Plymouth.
O Ford Galaxie fabricado no Brasil surgiu no ano de 1967 baseado no Ford Galaxie fabricado nos Estados Unidos de 1965 a 1967.
Em 1970 , a Dodge lançou o Dart, e a GM o Opala Gran Luxo em 1971, que representavam uma ameaça para o Galaxie, então a Ford começou a fabricar uma versão mais luxuosa que o LTD, o Landau. Apresentado na linha 71, ele oferecia teto de vinil, suspensão mais macia ainda, vigia traseiro menor, mais forrações para o interior, etc. Era de longe o carro nacional mais requintado. Em 1971 as luzes de marcha-à-ré deixavam de ser integradas às lanternas traseiras e passavam a ser localizadas no pára-choque, aonde foram mantidas até à linha 1980. Com esta alteração na linha 71, evidentemente as lanternas traseiras foram redesenhadas.
Em 1983 o Galaxie saiu de linha, totalizando 77.850 unidades produzidas. A partir daí, com o agravamento da crise do petróleo, diminui a procura pelos sedans grandes, enormes e pesados dos anos 60 e 70, como o próprio Galaxie, o Dodge Dart, Chevrolet Opala, Aero Willys e Simca Chambord. A nova tendência foi dos tops de luxo dos anos 80, como: Diplomata 4.1 (a nova versão de topo do Opala) e o Alfa Romeo 2300 Ti.

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